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Informação do Grupo Pro-Évora - 16

 

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Acrópole XXI -

DEFESA DO PATRIMÓNIO PREVALECEU

A Câmara Municipal de Évora (CME) anunciou o abandono do projecto base do Arq.º Nuno Lopes, que visava a intervenção em espaço público e equipamento urbano para a Acrópole de Évora e área envolvente. A CME reconheceu que o projecto não era consensual e referiu que o projectista não quis alterá-lo em aspectos considerados essenciais. Também a Direcção Regional de Cultura do Alentejo se pronunciou criticamente em relação ao projecto.

O Grupo Pro-Évora (GPE) congratula-se com esta decisão, pois sempre considerou aquele projecto como descaracterizador de todo o conjunto, especialmente da área envolvente do Templo Romano, atentando contra a memória, a topografia e as funcionalidades do local.
No debate promovido pelo GPE em Dezembro de 2009, tanto o Professor Ribeiro Telles como a Arq.ª Margarida Cancela de Abreu salientaram os efeitos profundamente negativos que aquele projecto provocaria e defenderam uma intervenção minimalista para a zona e a manutenção do Jardim de Diana,justificando as suas posições com um conjunto vasto de razões, de que demos conhecimento nas informações 13 e 14 publicadas neste jornal em Fevereiro último – já em Dezembro de 2009 havíamos chamado a atenção para os aspectos que consideramos mais gravosos, nas informações 11 e 12 aqui divulgadas.

O GPE continuará a sua acção em defesa da zona mais emblemática da cidade e prepara a realização de mais debates sobre este tema.

 

 

1919-2019

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"Em 16 de Novembro de 1919 foi formalmente fundado o Grupo Pro-Évora. Até hoje, somam-se mais de cem anos de actividade em defesa do património e de valores culturais da cidade de Évora." A Direcção

 

"Escultura no Pátio"

Situado na Rua do Salvador, o pátio da sede do Grupo Pro-Évora recebe projectos de intervenção artística no domínio da escultura desde a década de oitenta do século passado. Este espaço revela características muito particulares em termos arquitetónicos, quer pela exposição de parte da muralha fernandina da cidade, quer pela relação reservada enquanto espaço público. Por aqui já passaram mais de duas dezenas de instalações artísticas de vários autores portugueses e estrangeiros. Apresentamos um breve olhar sobre as últimas obras aqui expostas.