As Primeiras Sociedades Camponesas no Alentejo Central - O que nos diz a Arqueologia

Na próxima quinta-feira, dia 28 do corrente mês, na sede do Grupo Pro-Évora (Rua do Salvador, 1), pelas 18 horas, a Professora Leonor Rocha irá conversar sobre As Primeiras Sociedades Camponesas no Alentejo Central.
"Se no final não contar uma história, a Arqueologia não serve para nada" – a partir deste título, retirado de uma notícia de jornal (Público, 3/12/2017), ir-se-á falar de monumentos, sítios e paisagens da região de Évora, território de investigação da oradora.
O conhecimento que actualmente temos das Primeiras Sociedades Camponesas, no Alentejo Central, tem vindo a alterar-se nas últimas décadas devido aos numerosos trabalhos arqueológicos realizados, quer através de medidas de minimização de impactes, quer através de projetos de investigação. Pretende-se aqui falar de sítios, monumentos e artefactos… do mundo dos vivos, mas também dos mortos, perceber as preferências das populações que habitaram este território há cerca de 5 mil anos – em suma, contar a sua história a partir dos elementos que conseguimos recuperar nos trabalhos arqueológicos realizados.
Leonor Rocha é docente de Arqueologia da Universidade de Évora e investigadora do Centro de Estudos em Arte, Arqueologia e Ciências do Património - CEAACP. A sua investigação tem-se centrado em torno das origens e evolução das Primeiras Sociedades Camponesas no Alentejo Central. Tem actualmente trabalhos de investigação nos concelhos de Arraiolos, Évora, Monforte e Mora.
A iniciativa, aberta a todos os interessados, integra-se no ciclo Conversas d’Évora, que o GPE organiza.
"Guia de Escultura da Cidade de Évora"
Esta edição bilingue (português/inglês) localiza e identifica cerca de 50 esculturas públicas. Com fotografias de Paulo Nuno Silva, mapas, fichas técnicas e textos introdutórios de Maria do Mar Fazenda, são propostos três percursos temáticos - Percurso Evocativo, Percurso Simpósio ’81 e Percurso (Re)Pensar a Cidade – que dão visibilidade e leitura às peças instaladas na cidade.
Este livro está disponível na sede do Grupo Pro-Évora
"Pela Biblioteca Pública"
Remonta a 1992 a intenção declarada, por parte dos responsáveis pela cultura em Portugal, de dividir a Biblioteca Pública de Évora, uma das mais notáveis do pais. Desde logo o Grupo Pro-Évora iniciou uma campanha de defesa desta instituição, a semelhança do que fizera aquando da sua fundação.
de Celestino Froes David e Marcial Rodrigues
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