ESCULTURA
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- Criado em 25-10-2009
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Exposição de Volker Schnüttgen
Está aberta ao público no Grupo Pro-Évora até ao dia 25 de Outubro, uma Exposição intitulada Escultura de Volker Schnuttgen na sua sede, R. do Salvador, 1, em Évora , das 15 às 19 horas, excepto à segunda-feira.
Volker Schnuttgen licenciou-se em Artes Plásticas em Bremen, onde teve o seu primeiro atelier. Foi bolseiro do Ministério dos Negócios Estrangeiros e da Fundação Calouste Gulbenkian. Realizou exposições em vários países europeus e em Portugal desde 1991. Está representado na Fundação Eugénio de Almeida (pátio de S. Miguel) e Câmara Municipal de Évora (Arte Pública).
O Grupo Pró-Évora integra esta Exposição nas Comemorações do seu 90º Aniversário e convida todos os eborenses interessados a visitar a sua sede e a Praça do Sertório onde estão patentes três esculturas em pedra deste artista. Visite o website do artista em: http://www.volker-schnuettgen.com/
As muralhas de Évora e a zona verde monumental
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- Criado em 20-10-2024
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Desenho de Eduardo Miranda
O troço das muralhas de Évora entre a Porta de Avis e a Porta da Lagoa e a denominada Zona Verde Monumental vão estar em debate no Grupo Pro-Évora (GPE) no próximo dia 25 de Outubro, na Rua do Salvador, 1, pelas 21 horas. A conversa, aberta a todos os interessados, será contextualizada por Jorge Carvalho, urbanista coordenador da revisão do Plano de Urbanização de Évora (PUE), e Eduardo Miranda, arquitecto responsável pela temática de história e património na revisão do PUE.
A Zona Verde Monumental corresponde à zona dominantemente rural situada entre o Centro Histórico e o Alto de S. Bento. No que respeita às Muralhas, é definida pela área entre a Porta de Avis e a Porta da Lagoa, espaço nobre da Cidade, contíguo à Muralha, subutilizado e desordenado, ocupado com parque de estacionamento e frente construída pontuada por imóveis devolutos e degradados.
Este espaço extramuros foi ocupado desde o início do seculo XX com diversas construções, algumas das quais adossadas à Muralha, que não foram abrangidas pelos planos de recuperação dos anos de 1950 e 1960, da responsabilidade da Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais.
Na década de 1990 ocorreram, nesta área, a construção da Circular à Muralha e algumas demolições, e foram elaborados estudos urbanísticos que não foram executados. Permanece um vasto terreiro, marcado por estacionamento automóvel e abandono.
A revisão do Plano de Urbanização de Évora, em curso, propõe estender, visual e funcionalmente, o Centro Histórico para a área Norte da Cidade, assumindo-o como “espaço monumental” e incluindo:
- Espaço verde público, enquadrado por Muralha, Aqueduto da Água de Prata, Forte de Santo António e Centro Cultural de Utilizações Múltiplas de Évora (o chamado Pavilhão Multiusos, a construir), mantendo uma imagem “rústica”, de campo que chega à cidade;
- Qualificação do espaço contíguo à Muralha entre Porta de Avis e Porta da Lagoa;
- Integração do Forte de Santo António na Cidade;
- Valorização da função pedonal, com percursos de modos suaves directos e explícitos e simplificação rodoviária.
No Regulamento do PUE de 2011, afirmava-se que “Todas as intervenções promovidas na Zona Verde Monumental deverão salvaguardar a ruralidade existente e contribuir para destacar a presença do Aqueduto, como elemento de união entre os vários Elementos Individuais de Valor Patrimonial.”
Este debate público integra-se nas Conversas d’Évora, que o GPE vem promovendo há vários anos, e pretende discutir as propostas referidas do PUE, especialmente o programa – ainda não estabelecido e que oferece várias dúvidas – para qualificação do espaço contíguo à Muralha entre a Porta de Avis e a Porta da Lagoa.
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1919-2019

"Em 16 de Novembro de 1919 foi formalmente fundado o Grupo Pro-Évora. Até hoje, somam-se mais de cem anos de actividade em defesa do património e de valores culturais da cidade de Évora." A Direcção
"Escultura no Pátio"

Situado na Rua do Salvador, o pátio da sede do Grupo Pro-Évora recebe projectos de intervenção artística no domínio da escultura desde a década de oitenta do século passado. Este espaço revela características muito particulares em termos arquitetónicos, quer pela exposição de parte da muralha fernandina da cidade, quer pela relação reservada enquanto espaço público. Por aqui já passaram mais de duas dezenas de instalações artísticas de vários autores portugueses e estrangeiros. Apresentamos um breve olhar sobre as últimas obras aqui expostas.
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